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Archive for julho \27\UTC 2009

Louca por Pizza

Acho que todo mundo gosta de pizza, ao menos todo mundo que conheço.

Eu adoro! Desde que ela seja de boa qualidade. Pra mim não vale o dito que “Pizza é boa de qualquer jeito.”

Morando em São Paulo me orgulho em dizer que aqui está a melhor pizza do Brasil!

É obvio que nem toda pizza que se come aqui é boa; você tem que saber escolher o lugar.

Fiz um pequeno rank das pizzarias que mais gosto aqui em SP (ainda quero conhecer algumas outras que, por motivos óbvios, ainda não entraram nesse rank).

1. Speranza é a minha preferida. Localizada no tradicional bairro do Bexiga, tem um ambiente agradável, um atendimento simpático e uma pizza divina!

2. Em segundo lugar escolho a Quintal do Bráz. Fica na Vila Mariana e me conquistou pelo altíssimo padrão de atendimento e eplo visual do cardápio, além da ótima pizza, é claro!

3. Uma que conheci ontem me conquistou pela beleza da casa, pelo atendimento cortês, pela pizza saborosa e por localizar-se na rua mais charmosa da cidade: Avanhandava 34, do grupo Mancini.

4. Minha primeira impressão dessa casa não foi das melhores, mas dei uma segunda chance e voltei em outra das cinco lojas. Adorei a 1900 de Moema: pizza gostosa, atendimento bom e lugar acolhedor.

A média de preço da pizza nessas quatro pizzarias indicadas é de 50 reais; não é barato, mas vale cada centavo!

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Já quanto ao querido delivery, adoro uma pizzaria que abriu sua filial há mais ou menos um ano na frente da minha casa e pôs qualquer regime a perder: a Via Amore. Eles só utilizam ingredientes de primeira qualidade e o recheio da pizza é muito generoso!

Agora, se o assunto for pizza de chocolate, só recomendo uma: A The Pizza Circus. O chocolate ao leite ou branco vem picado em cubos que ficam levemente derretidos… hmmmm. Deixa eu parar de falar dessa de chocolate, minha perdição.

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Não sou fã de rodízios de pizza, mas há alguns de boa qualidade e atendimento, como o Toledo Grill.

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Está em Ubatuba? Não deixe de conhecer a Pizzaria São Paulo, no centro da cidade! É simplesmente inesquecível!

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Mega-hiper-mercados abarrotados de produtos diversos, marcas mil, várias opções, corredores gigantescos… dá até pra se perder lá dentro.

Foi a partir dos anos 50 que os supermercados passaram a substituir feiras e mercearias país afora. Enlatados, congelados, empacotados, pratos semiprontos e processados surgiram para agilizar o preparo da refeição e dar conta de alimentar a população.

Mas o que realmente é saudável? O que não faz mal para o organismo?

Dando continuidade à sessão de dicas, resolvi colocar aqui um resuminho da reportagem,de mesmo título do post, da Revista Vida Simples, edição 76.

1 Coma comida (ou evite o que a sua bisavó não reconheceria como alimento)

Trocando em miúdos: é muito mais interessante para sua saúde ingerir alimentos frescos e integrais, a boa e velha comidinha caseira, do que processados e industrializados. Hoje existe uma penca de outras substâncias comestíveis com aparência de comida, como explica Michael Pollan em seu livro Em Defesa da Comida. A preferência de consumo migrou drasticamente nos últimos anos dos produtos encontrados na natureza, como um singelo pé de alface, uma peça de alcatra e um suco de laranja, para os práticos alimentos embalados – o que ele chama, não sem polêmica, de comida de imitação. Entram nessa categoria lasanhas, tortas e sobremesas prontas, sucos e sopas em pó, nuggets e hambúrgueres que são uma moleza de preparar.

2 Evite pôr no carrinho produtos com ingredientes difíceis de pronunciar

A lista de ingredientes de um produto espichou com a industrialização. Pegue um pão, por exemplo, que tem na sua composição básica farinha, água e sal. Para durar mais e ficar bonito, ter uma cor apetitosa e se manter cheiroso e macio são acrescentados corantes, acidulantes, edulcorantes, emulsificantes e outros “antes”. Cozinhe sempre que puder. Se não comer em casa, dê preferência a restaurantes que servem comida mais caseira.

3 Elabore uma estratégia para facilitar suas compras

O designer Mauro Minniti é um superespecialista em supermercados. Sabe como poucos as estratégias das lojas para vender mais produtos. A primeira dica dele é esta: crie o hábito de fazer suas compras sempre nos mesmos lugares. Faça uma lista de compras específica para suas necessidades. Depois que você compra tudo o que necessita, vem o momento do deleite – e aí é bom prestar atenção para não exagerar. O resultado final desta operação: economia e tempo. Está mais do que comprovado que, quanto mais tempo você ficar dentro da loja procurando produtos, mais você irá consumir.

4 Prefira sempre os corredores periféricos do supermercado

A disposição dos supermercados de um modo geral é bem parecida: os produtos alimentícios industrializados ficam nos corredores centrais da loja, enquanto os alimentos mais frescos – hortifrutigranjeiros, laticínios, carnes e peixes, ficam nas laterais e no fundo.

5 Evite produtos que aleguem vantagens sensacionalistas para sua saúde

“Preste atenção no rótulo: observe se o produto tem quantidades controladas de açúcar, sal e calorias – porque de nada adianta uma bolacha ter muito açúcar ou gordura, por exemplo, e ser enriquecido com alguma vitamina”, diz Cynthia Antonaccio, nutricionista. O recado é o seguinte: você nem precisa comer alimentos enriquecidos artificialmente se tem uma alimentação naturalmente mais equilibrada, variada e rica.

6 Pague mais, coma menos (e com muito mais prazer)

Alimentos mais bem cuidados e produzidos de forma menos intensa não conseguem um preço tão competitivo e são normalmente mais caros, vide o exemplo dos orgânicos. A idéia aqui é trocar a quantidade de alimentos pela qualidade. Uma das populações mais longevas e saudáveis do mundo, o povo de Okinawa, no Japão, pratica um princípio que se chama hara hachi bu: comer até estar 80% saciado.

7 Coma como os franceses. Ou os italianos. Ou os japoneses

Ou ainda os gregos, os árabes, os indianos. Quando a alimentação segue uma tradição cultural, tende a ser naturalmente mais saudável. Isso porque foi elaborada levando em conta os produtos locais, mais frescos. Tem mais. Dietas tradicionais vêm temperadas com hábitos e rituais ancestrais de consumo, que levam em conta, sobretudo, comer com fruição, sentar ao redor da mesa e partilhar com familiares e amigos uma refeição.

“Se a dieta ocidental se preocupa com a praticidade e o shelf life, o tempo de vida do alimento, para ele durar mais na despensa, eu estou mais preocupada com o meu tempo de vida”, diz Cenia Salles, líder do Movimento Slow Food de São Paulo. Uma alimentação, esta sim, longa vida.

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Comendo fora

Vai comer fora? Está de viagem? Veja as dicas para essas situações retiradas da Revista Vida Simples, de maio.

Vá a um bom restaurante
Escolha um dia para comer em um restaurante chique. Leve 100 reais, dólares, euros (ou a moeda que for) a mais do que costuma gastar em uma refeição para se dar esse luxo. “Incorpore esses 100 ao preço da passagem – e sua extravagância acaba de virar um artifício contábil”, diz Ricardo Freire, autor do livro 100 Dicas para Viajar Melhor.

Leve um tempero na mala
Nem sempre a comida do avião – ou até do próprio destino – é bem temperada. Uma dica é levar um vidrinho de molho de pimenta na bagagem de mão. Sempre ajuda a melhorar o sabor.

Pesquise a gastronomia
Procure saber quais as comidas típicas do lugar e os endereços para prová-las. “Sempre que viajo vou disposta a provar tudo, mesmo que seja algo que não gosto”, diz a viajante gastronômica Alessandra Blanco, autora do blog Comidinhas.

Esqueça a balança
“Nas férias eu nunca penso que posso engordar. É como se a gente tivesse licença para fazer e comer o que quiser”, afirma Alessandra, que, quando está na França, saboreia um pain au chocolat todos os dias. Coma o que tiver vontade: nunca se sabe quando você vai voltar

Coma na rua
Em muitos lugares, as barracas de rua oferecem delícias, seja um acarajé na Bahia, seja um cachorro-quente em Nova York. Valem por uma refeição e ainda saem mais em conta que em restaurantes.

Almoce em horários alternativos
Para evitar ter que passar um tempo perdido na fila de espera de um restaurante, programe-se para comer antes ou depois que o movimento já tenha diminuído. “Em viagens, almoco às 3 ou janto às 7, para ter mais tranquilidade”, anota a escritora Danuza Leão no livro Fazendo as Malas.

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