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Archive for outubro \22\UTC 2009

A comida mineira é a minha preferida! Aliás, não só a comida, gosto muito de Minas (clique aqui).

Consegui comprar esses dias o primeiro volume da Coleção Cozinha Regional Brasileira da Abril. Foi o volume mais concorrido da coleção: sempre que ia na banca ver se o relançamento do volume já tinha chegado, quebrava a cara; ele já tinha esgotado!

O volume está caprichado, com receitas pra lá de boas e com uma linda introdução do Frei Betto, que transcrevo a seguir:

“Comida Mineira: trem danado de bão

Filho de Maria Stella Libanio Christo, autora do clássico Fogão de Lenha – 300 anos de cozinha mineira, sinto-me com muito apetite para apresentar a culinária mineira.

Minas é um estado de espírito que se conhece pelo paladar. Basta levar à mesa, em qualquer lugar do mundo, o Mexidão da Beth Beltrão; a Carne Moída Atrás do Muro do Cantídio Lana; ou o Ioiô-com-IaIá de dona Lucinha. Acrescentem-se: prosa solta, um gole de cachaça ou licor de jabuticaba; e o profundo sentimento de fraternura. É em torno da mesa que o mineiro congrega a família, reúne amigos, celebra a vida. Em Minas, a mesa é o verdadeiro altar, onde se partilham tristezas e alegrias, nostalgias e sonhos, na conversa tão espichada quanto ladainha de igreja. Salivam-se saudades deixadas no paladar. O coração transborda no jeito mineiro de conversar: as frases são sinuosas e delicadas como as curvas das montanhas.

A culinária mineira deita raízes na variedade da cozinha indígena, nos queijos e toucinhos vindos de Portugal, na criatividade do voraz apetite dos escravos das minas de ouro e diamante. Mineiro, quando se alimenta, se acalenta.

Frei Betto

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Fácil de fazer e uma delícia!

Em uma frigideira pequena, coloque uma porção generosa de queijo parmesão ralado, até forrar todo o fundo da panela.

(Não use aquele queijo que já vem ralado no saquinho: compre uma peça de parmesão e rale, ou peça pra ralar na hora na padaria/supermercado.)

Coloque em fogo baixo e deixe até o queijo ficar “durinho”. Tire do fogo e deixe esfriar entre duas cumbucas (ou sobre uma concha de feijão), pra ficar em formato de cesta.

E pronto! Recheie a cesta com o que sua imaginação mandar. Eu cortei uns tomates, salpiquei orégano e decorei com folhas de hortelã. Bom demais!

Cestinha

Cestinha

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