Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Culinária Típica’ Category

Fondue

Aproveitando que o frio ainda está por aqui, vou postar uma receita que’eu, meu marido e minha amiga Fefa (a dona da receita) fazemos há uns 4 anos.

Importante dizer que nosso ritual já começa na compra dos ingredientes: o pão italiano compramos na Padaria Basilicata, as frutas e os queijos, no Mercado Municipal.

Esse ano tivemos a companhia da amiga Seiko e do melhor amigo da Lilo, o Torah.

Fondue de Queijo

– 2 copos de requeijão
– 1 caixinha de creme de leite
– 1 dente de alho
– noz-moscada
– 100g de queijo gruyere
– 250g de outro queijo (de sua preferência, a cada ano escolhemos um novo)
– vinho branco

Pique os queijos, coloque-os em uma panela para derreter, em fogo baixo. Misture os dois potes de requeijão, o creme de leite, uma pitade de noz-moscada e um pouquinho de vinho branco (pra não deixar o fondue tão grosso)., sem deixar a mistura ferver. Desligue o fogo. Esfregue o dente de alho no aparelho de fondue e passe a mistura para ele. Pra acompanhar, pão italiano cortado em cubos e batatas bolinha cozidas. E, claro, um bom vinho!

Fondue de Chocolate

– 500g de chocolate ao leite
– 200g de chocolate meio-amargo

Pique os chocolates e derreta em banho-maria ou no microondas, na potência 5. Você pode adicionar algum licor de sua preferência. Algumas receitas levam creme de leite, mas nós preferimos o chocolate puro. Passe o chocolate pro aparelho de fondue e sirva acompanhado de frutas de sua preferência: morango, uva, laranja, kiwi…

Anúncios

Read Full Post »

Ontem fui conhecer um restaurante de comida típica do norte do Brasil, chamado Restaurante Feijão de Corda, no bairro de Socorro.

Comi um Baião de Dois e uma Carne de Sol com Mandioca na Manteiga é de comer ajoelhado! A pena é que não levei câmera pra registrar os pratos…

Preço justo e comida farta e saborosa!

Momento cultural: Na minha santa ignorância, carne de sol e carne seca eram sinônimos, tudo uma coisa só. E não é. “A carne seca é mais vermelhinha e desfiada; a carne de sol lembra um bifinho”, como disse meu maridovsky. Pesquisando na net, vi que, além da diferença na aparência e no sabor, a técnica de preparo é diferente: a carne de sol é ligeiramente salgada e colocada pra secar em local coberto e ventilado; a carne seca (ou jabá) é esfregada com mais sal, empilhada em locais secos e depois são levadas ao sol.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carne_de_sol
http://www.sic.org.br/charque.asp

Vale a pena conferir!

Restaurante Feijão de Corda
Avenida Robert Kennedy, 1150, Socorro, São Paulo-SP
(11) 5686-3359

Read Full Post »

A comida mineira é a minha preferida! Aliás, não só a comida, gosto muito de Minas (clique aqui).

Consegui comprar esses dias o primeiro volume da Coleção Cozinha Regional Brasileira da Abril. Foi o volume mais concorrido da coleção: sempre que ia na banca ver se o relançamento do volume já tinha chegado, quebrava a cara; ele já tinha esgotado!

O volume está caprichado, com receitas pra lá de boas e com uma linda introdução do Frei Betto, que transcrevo a seguir:

“Comida Mineira: trem danado de bão

Filho de Maria Stella Libanio Christo, autora do clássico Fogão de Lenha – 300 anos de cozinha mineira, sinto-me com muito apetite para apresentar a culinária mineira.

Minas é um estado de espírito que se conhece pelo paladar. Basta levar à mesa, em qualquer lugar do mundo, o Mexidão da Beth Beltrão; a Carne Moída Atrás do Muro do Cantídio Lana; ou o Ioiô-com-IaIá de dona Lucinha. Acrescentem-se: prosa solta, um gole de cachaça ou licor de jabuticaba; e o profundo sentimento de fraternura. É em torno da mesa que o mineiro congrega a família, reúne amigos, celebra a vida. Em Minas, a mesa é o verdadeiro altar, onde se partilham tristezas e alegrias, nostalgias e sonhos, na conversa tão espichada quanto ladainha de igreja. Salivam-se saudades deixadas no paladar. O coração transborda no jeito mineiro de conversar: as frases são sinuosas e delicadas como as curvas das montanhas.

A culinária mineira deita raízes na variedade da cozinha indígena, nos queijos e toucinhos vindos de Portugal, na criatividade do voraz apetite dos escravos das minas de ouro e diamante. Mineiro, quando se alimenta, se acalenta.

Frei Betto

Read Full Post »

Navegando pelo site de um restaurante japonês que ainda não conheço, mas que ainda pretendo conhecer, vi essas dicas sobre o certo e errado na hora de saborear o prato japonês.

Achei muito interessante, pois não conhecia 3 das 5 dicas. Vamos a elas:

japa

1. SUSHI

Errado: Comê-lo com o arroz virado para baixo

Certo: Levá-lo à boca com o peixe em contato com a língua

Banzai: Exige um pouco de malabarismo no começo, mas vale a pena. Afinal, as papilas gustativas que fazem você sentir o sabor da comida estão na língua, não no céu da boca. E o importante é sentir o gosto do peixe.

2. GARI (gengibre)

Errado: Comer como entrada, sobremesa ou petisco

Certo: Utilizar entre um bolinho e outro, para limpar o paladar

Banzai: A função do gari é limpar o paladar para você encarar a próxima espécie de peixe. “Funciona como um sorbet”, explica Lumi. As lascas de gengibre devem estar rígidas – o nome gari vem do barulho produzido quando mordemos coisas crocantes .

3. WASABI (pasta verde)

Errado: Sobre o peixe ou diluído no shoyu

Certo: Deve ser colocado durante a preparação, entre o arroz e o peixe

Banzai: Além de dar gosto, o wasabi tem funções higiênicas: é antídoto contra intoxicação alimentar – providencial para quem está comendo peixe cru – e acelera a digestão. O peixe fica menos tempo no corpo e não corre o risco de entrar em estado de putrefação.

4. HASHI (palitos)

Errado: Cruzá-los ou espetá-los no bolinho

Certo: Manter os palitos paralelos ou usar as mãos

Banzai: Espetar o hashi no bolinho lembra um ritual fúnebre japonês com incenso. Se você não sabe manejá-los, mãos à obra. “Usar os dedos está de acordo com a etiqueta. Especialmente no balcão, onde é normal fazer refeições mais rápidas”, diz Lumi.

5. SHOYU (molho de soja)

Errado: Ensopar o sushi no molho de soja

Certo: Molhar levemente o peixe e evitar contato com o arroz

Banzai: Faça um sushiman feliz: não exagere no shoyu. “O molho deve acrescentar e não roubar sabor. É aqui que a maioria dos brasileiros erra”, diz Lumi. O arroz é temperado com vinagre e açúcar e não deve encostar no molho de soja.

Read Full Post »