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Fácil de fazer e uma delícia!

Em uma frigideira pequena, coloque uma porção generosa de queijo parmesão ralado, até forrar todo o fundo da panela.

(Não use aquele queijo que já vem ralado no saquinho: compre uma peça de parmesão e rale, ou peça pra ralar na hora na padaria/supermercado.)

Coloque em fogo baixo e deixe até o queijo ficar “durinho”. Tire do fogo e deixe esfriar entre duas cumbucas (ou sobre uma concha de feijão), pra ficar em formato de cesta.

E pronto! Recheie a cesta com o que sua imaginação mandar. Eu cortei uns tomates, salpiquei orégano e decorei com folhas de hortelã. Bom demais!

Cestinha

Cestinha

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A cozinha é o lugar mais vivo da casa: o espaço onde acontecem não só as refeições, mas as relações de afeto.


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Parte do texto de Mariana Lacerda para a Revista Vida Simples.

Em toda morada, a cozinha é assim: espécie de relógio que marca os compassos do dia, um coração que sensibiliza os limites do lar ao anunciar as horas e, nelas, os encontros entre todos. Uma casa que tem a cozinha funcionando plenamente é mais viva. Hoje é o lugar de encontro preferido da casa “porque há algo de mágico entre cozinhar, comer, beber e conversar”, diz o arquiteto Marcelo Ferraz, de São Paulo. Mas nem sempre foi assim.

Ao longo da história, a cozinha – seu tamanho e sua localização na casa – foi sendo modificada seguindo as mudanças de como nos relacionamos em família, nosso jeito de administrar o tempo e até mesmo, como não poderia deixar de ser, nossos hábitos alimentares.

No Brasil, as primeiras cozinhas foram as indígenas: fogareiros e, sobre eles, potes e tachos de cerâmica, no lado de fora das tabas e palhoças. Mas também, não raro, o fogareiro ficava dentro da taba para espantar os mosquitos e aquecer os moradores, sempre em volta do fogo.

Quando os portugueses chegaram por estas terras, a ajuda indígena foi de um valor inestimável. Para sua casa, o homem branco tomou emprestados do índio, além da rede e da canoa, panelas de barro e fogareiros a lenha, alguns ingredientes para a culinária – o principal deles a mandioca.

Assim, o índio foi dando sua contribuição à cozinha que aos poucos seria chamada de brasileira – e que seria bem diferente sem a presença do negro, que, como escravo dos portugueses, também deu sua contribuição.

Até bem pouco tempo atrás e mesmo ainda hoje, o desenho de nossas cozinhas reflete nosso passado ligado à escravidão: a sala aparece isolada da cozinha, que por sua vez é seguida de área de serviço e quarto de empregada. Um modelo cujas bases ainda se encontram em nossa herança escravocrata.

Na Europa, contudo, as casas e apartamentos foram planejados sem levar em consideração a presença de domésticas. A cozinha tradicionalmente constituía uma espécie de apêndice da sala de estar, pois jamais foi pensada, com exceção daquelas dos palácios da corte, para contarem com a ajuda de empregados.

Na virada do século 20, surgiu a Cozinha de Frankfurt, uma invenção cujo projeto saiu das mãos de uma mulher. A arquiteta alemã Margarete Lihotzky inovou ao propor uma cozinha pequenininha, planejada, e onde todos os utensílios estavam sempre visíveis. Sua criação ganhou o nome de “cozinha-máquina”, pois a idéia principal era a utilização racional dos espaços e dos utensílios para facilitar o trabalho feminino que, já não era sem tempo, deixava de ser apenas caseiro para ganhar o mercado de trabalho.

Vem dos Estados Unidos, contudo, o jeito cada vez mais recorrente nas metrópoles brasileiras de projetar a cozinha: colocá-la junto à sala. Trata-se da cozinha americana. Que é também compacta, pequena, com peneiras, conchas e facas à mostra, mas com uma diferença em relação à Cozinha de Frankfurt: está ligada à sala. É uma forma de ganhar espaços e aproximar quem cozinha do convívio social. “Hoje a sala passou a ser cozinha”, diz Marcelo Ferraz.

O arquiteto lembra que, muito embora essa seja uma tendência cada vez maior nas novas residências, sobretudo em reformas, a cozinha integrada à sala é comum nas casinhas interioranas, onde o espaço sempre foi reduzido.

Recentemente, surgiu o conceito de cozinha Gourmet: O ambiente gourmet tem como característica principal servir de ponto de encontro entre o cozinheiro e seus convidados. A proposta é integrar os amigos e a família, ao mesmo tempo em que é possível preparar alimentos sem precisar ficar isolado na cozinha. O ponto forte da cozinha gourmet é a ilha, uma mesa central que reúne as pessoas em torno do cozinheiro. Outra característica forte da cozinha gourmet é que os utensílios, eletrodomésticos e condimentos saem dos armários e ficam expostos, como parte da decoração.

Gourmet (clickaumentável)

Gourmet by Karla Silva (clickaumentável)

Parece até trivial, mas, se você parar para pensar, existe algo de muito especial em permanecer horas e horas em volta de uma mesa, compartilhado conversas e garrafas de vinho enquanto um prato sai do forno. E por isso mesmo a cozinha tornou-se o lugar preferido de uma moradia. Seja para quem cozinha, seja para quem saboreia.

Louca por Pizza

Acho que todo mundo gosta de pizza, ao menos todo mundo que conheço.

Eu adoro! Desde que ela seja de boa qualidade. Pra mim não vale o dito que “Pizza é boa de qualquer jeito.”

Morando em São Paulo me orgulho em dizer que aqui está a melhor pizza do Brasil!

É obvio que nem toda pizza que se come aqui é boa; você tem que saber escolher o lugar.

Fiz um pequeno rank das pizzarias que mais gosto aqui em SP (ainda quero conhecer algumas outras que, por motivos óbvios, ainda não entraram nesse rank).

1. Speranza é a minha preferida. Localizada no tradicional bairro do Bexiga, tem um ambiente agradável, um atendimento simpático e uma pizza divina!

2. Em segundo lugar escolho a Quintal do Bráz. Fica na Vila Mariana e me conquistou pelo altíssimo padrão de atendimento e eplo visual do cardápio, além da ótima pizza, é claro!

3. Uma que conheci ontem me conquistou pela beleza da casa, pelo atendimento cortês, pela pizza saborosa e por localizar-se na rua mais charmosa da cidade: Avanhandava 34, do grupo Mancini.

4. Minha primeira impressão dessa casa não foi das melhores, mas dei uma segunda chance e voltei em outra das cinco lojas. Adorei a 1900 de Moema: pizza gostosa, atendimento bom e lugar acolhedor.

A média de preço da pizza nessas quatro pizzarias indicadas é de 50 reais; não é barato, mas vale cada centavo!

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Já quanto ao querido delivery, adoro uma pizzaria que abriu sua filial há mais ou menos um ano na frente da minha casa e pôs qualquer regime a perder: a Via Amore. Eles só utilizam ingredientes de primeira qualidade e o recheio da pizza é muito generoso!

Agora, se o assunto for pizza de chocolate, só recomendo uma: A The Pizza Circus. O chocolate ao leite ou branco vem picado em cubos que ficam levemente derretidos… hmmmm. Deixa eu parar de falar dessa de chocolate, minha perdição.

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Não sou fã de rodízios de pizza, mas há alguns de boa qualidade e atendimento, como o Toledo Grill.

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Está em Ubatuba? Não deixe de conhecer a Pizzaria São Paulo, no centro da cidade! É simplesmente inesquecível!

Comida de verdade

Mega-hiper-mercados abarrotados de produtos diversos, marcas mil, várias opções, corredores gigantescos… dá até pra se perder lá dentro.

Foi a partir dos anos 50 que os supermercados passaram a substituir feiras e mercearias país afora. Enlatados, congelados, empacotados, pratos semiprontos e processados surgiram para agilizar o preparo da refeição e dar conta de alimentar a população.

Mas o que realmente é saudável? O que não faz mal para o organismo?

Dando continuidade à sessão de dicas, resolvi colocar aqui um resuminho da reportagem,de mesmo título do post, da Revista Vida Simples, edição 76.

1 Coma comida (ou evite o que a sua bisavó não reconheceria como alimento)

Trocando em miúdos: é muito mais interessante para sua saúde ingerir alimentos frescos e integrais, a boa e velha comidinha caseira, do que processados e industrializados. Hoje existe uma penca de outras substâncias comestíveis com aparência de comida, como explica Michael Pollan em seu livro Em Defesa da Comida. A preferência de consumo migrou drasticamente nos últimos anos dos produtos encontrados na natureza, como um singelo pé de alface, uma peça de alcatra e um suco de laranja, para os práticos alimentos embalados – o que ele chama, não sem polêmica, de comida de imitação. Entram nessa categoria lasanhas, tortas e sobremesas prontas, sucos e sopas em pó, nuggets e hambúrgueres que são uma moleza de preparar.

2 Evite pôr no carrinho produtos com ingredientes difíceis de pronunciar

A lista de ingredientes de um produto espichou com a industrialização. Pegue um pão, por exemplo, que tem na sua composição básica farinha, água e sal. Para durar mais e ficar bonito, ter uma cor apetitosa e se manter cheiroso e macio são acrescentados corantes, acidulantes, edulcorantes, emulsificantes e outros “antes”. Cozinhe sempre que puder. Se não comer em casa, dê preferência a restaurantes que servem comida mais caseira.

3 Elabore uma estratégia para facilitar suas compras

O designer Mauro Minniti é um superespecialista em supermercados. Sabe como poucos as estratégias das lojas para vender mais produtos. A primeira dica dele é esta: crie o hábito de fazer suas compras sempre nos mesmos lugares. Faça uma lista de compras específica para suas necessidades. Depois que você compra tudo o que necessita, vem o momento do deleite – e aí é bom prestar atenção para não exagerar. O resultado final desta operação: economia e tempo. Está mais do que comprovado que, quanto mais tempo você ficar dentro da loja procurando produtos, mais você irá consumir.

4 Prefira sempre os corredores periféricos do supermercado

A disposição dos supermercados de um modo geral é bem parecida: os produtos alimentícios industrializados ficam nos corredores centrais da loja, enquanto os alimentos mais frescos – hortifrutigranjeiros, laticínios, carnes e peixes, ficam nas laterais e no fundo.

5 Evite produtos que aleguem vantagens sensacionalistas para sua saúde

“Preste atenção no rótulo: observe se o produto tem quantidades controladas de açúcar, sal e calorias – porque de nada adianta uma bolacha ter muito açúcar ou gordura, por exemplo, e ser enriquecido com alguma vitamina”, diz Cynthia Antonaccio, nutricionista. O recado é o seguinte: você nem precisa comer alimentos enriquecidos artificialmente se tem uma alimentação naturalmente mais equilibrada, variada e rica.

6 Pague mais, coma menos (e com muito mais prazer)

Alimentos mais bem cuidados e produzidos de forma menos intensa não conseguem um preço tão competitivo e são normalmente mais caros, vide o exemplo dos orgânicos. A idéia aqui é trocar a quantidade de alimentos pela qualidade. Uma das populações mais longevas e saudáveis do mundo, o povo de Okinawa, no Japão, pratica um princípio que se chama hara hachi bu: comer até estar 80% saciado.

7 Coma como os franceses. Ou os italianos. Ou os japoneses

Ou ainda os gregos, os árabes, os indianos. Quando a alimentação segue uma tradição cultural, tende a ser naturalmente mais saudável. Isso porque foi elaborada levando em conta os produtos locais, mais frescos. Tem mais. Dietas tradicionais vêm temperadas com hábitos e rituais ancestrais de consumo, que levam em conta, sobretudo, comer com fruição, sentar ao redor da mesa e partilhar com familiares e amigos uma refeição.

“Se a dieta ocidental se preocupa com a praticidade e o shelf life, o tempo de vida do alimento, para ele durar mais na despensa, eu estou mais preocupada com o meu tempo de vida”, diz Cenia Salles, líder do Movimento Slow Food de São Paulo. Uma alimentação, esta sim, longa vida.

Comendo fora

Vai comer fora? Está de viagem? Veja as dicas para essas situações retiradas da Revista Vida Simples, de maio.

Vá a um bom restaurante
Escolha um dia para comer em um restaurante chique. Leve 100 reais, dólares, euros (ou a moeda que for) a mais do que costuma gastar em uma refeição para se dar esse luxo. “Incorpore esses 100 ao preço da passagem – e sua extravagância acaba de virar um artifício contábil”, diz Ricardo Freire, autor do livro 100 Dicas para Viajar Melhor.

Leve um tempero na mala
Nem sempre a comida do avião – ou até do próprio destino – é bem temperada. Uma dica é levar um vidrinho de molho de pimenta na bagagem de mão. Sempre ajuda a melhorar o sabor.

Pesquise a gastronomia
Procure saber quais as comidas típicas do lugar e os endereços para prová-las. “Sempre que viajo vou disposta a provar tudo, mesmo que seja algo que não gosto”, diz a viajante gastronômica Alessandra Blanco, autora do blog Comidinhas.

Esqueça a balança
“Nas férias eu nunca penso que posso engordar. É como se a gente tivesse licença para fazer e comer o que quiser”, afirma Alessandra, que, quando está na França, saboreia um pain au chocolat todos os dias. Coma o que tiver vontade: nunca se sabe quando você vai voltar

Coma na rua
Em muitos lugares, as barracas de rua oferecem delícias, seja um acarajé na Bahia, seja um cachorro-quente em Nova York. Valem por uma refeição e ainda saem mais em conta que em restaurantes.

Almoce em horários alternativos
Para evitar ter que passar um tempo perdido na fila de espera de um restaurante, programe-se para comer antes ou depois que o movimento já tenha diminuído. “Em viagens, almoco às 3 ou janto às 7, para ter mais tranquilidade”, anota a escritora Danuza Leão no livro Fazendo as Malas.

Guia de Etiqueta

Já que o assunto é etiqueta, coloco aqui algumas dicas de boas maneiras para evitar gafes nas viagens. As dicas foram retiradas da Revista Vida Simples de maio.

♦ Nos países árabes, o álcool é proibido, por isso a tradição é sempre oferecer um chá para os visitantes. E não aceitá-lo é uma ofensa grave. “Aceite, nem que seja pra beber um só gole”, recomenda Mark MacCrum no livro Viagem sem Gafe. O mesmo vale para a comida em alguns países, como a China. Se não conseguir comer, espalhe um pouco no prato.

♦ Em qualquer lugar do mundo, não é educado chamar o garçom com um assovio ou um grito, segundo MacCrum. “Se você tentar, eles vão arrumar alguma forma de te fazer sofrer”. Um aceno discreto, acompanhado de um sorriso, garante que o garçom seja prestativo. No mundo todo.

♦ “Quando não colocam nem garfo, nem colher, nem pauzinhos na mesa, espera-se que você coma com as mãos”, diz MacCrum. Em alguns países, aliás, comer com a mão é sagrado, como no Marrocos ou em outros do mundo árabe. Na Itália, cortar o pão com uma faca é um insulto. Os italianos partem os nacos com a mão e passam algum antepasto.

♦ “Antes de enfiar o garfo, é melhor esperar que o anfitrião já tenha se sentado com o prato feito”, diz MacCrum. Isso evita constragimentos se você não sabe como comer algum prato ou desconhece alguma receita. É só olhar e copiar.

Navegando pelo site de um restaurante japonês que ainda não conheço, mas que ainda pretendo conhecer, vi essas dicas sobre o certo e errado na hora de saborear o prato japonês.

Achei muito interessante, pois não conhecia 3 das 5 dicas. Vamos a elas:

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1. SUSHI

Errado: Comê-lo com o arroz virado para baixo

Certo: Levá-lo à boca com o peixe em contato com a língua

Banzai: Exige um pouco de malabarismo no começo, mas vale a pena. Afinal, as papilas gustativas que fazem você sentir o sabor da comida estão na língua, não no céu da boca. E o importante é sentir o gosto do peixe.

2. GARI (gengibre)

Errado: Comer como entrada, sobremesa ou petisco

Certo: Utilizar entre um bolinho e outro, para limpar o paladar

Banzai: A função do gari é limpar o paladar para você encarar a próxima espécie de peixe. “Funciona como um sorbet”, explica Lumi. As lascas de gengibre devem estar rígidas – o nome gari vem do barulho produzido quando mordemos coisas crocantes .

3. WASABI (pasta verde)

Errado: Sobre o peixe ou diluído no shoyu

Certo: Deve ser colocado durante a preparação, entre o arroz e o peixe

Banzai: Além de dar gosto, o wasabi tem funções higiênicas: é antídoto contra intoxicação alimentar – providencial para quem está comendo peixe cru – e acelera a digestão. O peixe fica menos tempo no corpo e não corre o risco de entrar em estado de putrefação.

4. HASHI (palitos)

Errado: Cruzá-los ou espetá-los no bolinho

Certo: Manter os palitos paralelos ou usar as mãos

Banzai: Espetar o hashi no bolinho lembra um ritual fúnebre japonês com incenso. Se você não sabe manejá-los, mãos à obra. “Usar os dedos está de acordo com a etiqueta. Especialmente no balcão, onde é normal fazer refeições mais rápidas”, diz Lumi.

5. SHOYU (molho de soja)

Errado: Ensopar o sushi no molho de soja

Certo: Molhar levemente o peixe e evitar contato com o arroz

Banzai: Faça um sushiman feliz: não exagere no shoyu. “O molho deve acrescentar e não roubar sabor. É aqui que a maioria dos brasileiros erra”, diz Lumi. O arroz é temperado com vinagre e açúcar e não deve encostar no molho de soja.